Jornalismo

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Brazil has a long history of patriarchy but the internet and social media are proving to be strong allies of women’s causes

When a 12-year-old contestant of Brazil’s Junior MasterChef became the subject of sexually explicit tweets, women and girls took to social media to share their experiences of the first time they were sexually harassed or assaulted. The #MeuPrimeiroAssedio hashtag – which translates as “my first harassment” – was used more than 82,000 times on Twitter over five days.

An NGO called Think Olga, dedicated to empowering women through information, was one of the forces behind the campaign. Born as a blog back in 2013, Think Olga has now grown into a social phenomenon, responsible for women’s causes being debated in mainstream media and social settings.

Leia mais em: https://www.theguardian.com/global-development-professionals-network/2015/dec/03/sexism-misogyny-campaigners-brazil-social-media

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Falamos com manifestantes que elegeram o antigo item de decoração de banheira como símbolo político.

Todas as fotos por Agência Brasil.

O pato do impeachment, o mascote do movimento “Não vou pagar o pato”, idealizado pela FIESP, virou símbolo de um movimento político de massa que é contra tudo e contra todos — e também contra os impostos, sua bandeira principal.

Polêmicas sobraram em cima do movimento com o pato servindo como estandarte: de referências ao envolvimento da FIESP no golpe militar de 1964 à recusa da entidade em revelar os gastos na campanha pelo impeachment da então presidente Dilma Roussef. Isso sem mencionar o caso do artista holandês Florentijn Hofman que acusou a instituição de plágio ao fazer uso do pato amarelo. Segundo a equipe de Hofman, a FIESP teria usado o desenho de forma “ilegal” de forma a “infringir direitos autorais”.

Ainda assim, a mesma imagem do patinho amarelo de borracha acabou surgindo em protestos que nada têm a ver com a volta da CPMF ou o anti-petismo. Ele também foi visto do outro lado do mundo: na Sérvia, em 2015, e na Rússia, no final de março deste ano. Seria uma conspiração global?

Leia mais em: https://www.vice.com/pt_br/article/brasil-servia-russia-pato-borracha-manifestacoes-contra-corrupcao

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Aos 16 anos, Júlia Rebeca dos Santos, moradora da cidade de Parnaíba, no Piauí, tirou a própria vida depois que teve vazado um vídeo íntimo nas redes sociais. Quatro dias depois, Giana Fabi, de 17 anos, de Veranópolis, no Rio Grande do Sul, também se suicidou ao saber que circulava pela internet uma foto íntima sua.

Ocorridos em 2013, estes são dois episódios emblemáticos de revenge porn. Com desfechos trágicos, ficaram famosos por causa da repercussão na mídia e, por algum tempo, serviram para ilustrar a urgência do assunto.

À época muito se falou que, quando uma foto íntima cai na rede, não há muito o que fazer. Uma vez na internet, afirmaram muitos especialistas, o conteúdo se replicará até se tornar eterno. Muito por causa dessa cobertura, de lá para cá, incontáveis vítimas do revenge porn se limitaram a se isolar ou mudar de identidade.

Mas será que não há mesmo o que fazer no âmbito legal, jurídico?

Leia mais em: http://motherboard.vice.com/pt_br/read/como-lidar-com-revenge-porn-na-justia

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O boca a boca da cidade diz que no final dos anos 1990 e começo dos anos 2000, Belo Horizonte era considerada a meca da música eletrônica. Não porque BH estivesse repleta de atrações fora do eixo Rio-São Paulo, mas mais porque o entusiasmo do público fazia com que as festas nessa época fossem grandes acontecimentos na cena de house, techno e drum’n’bass, atraindo até gente de outras capitais. Os DJs Marky, Renato Cohen, Laurent Garnier, Mark Farina, Mau Mau, Nego Mozambique e Maurício Lopes eram alguns dos que esquentavam as pistas fervidas de BH, sem contar nos nomes locais, ainda em atividade, como Robinho e Anderson Noise.

Brayhan Hawryliszyn, que hoje tem 34 anos, conta que virou designer gráfico por causa dessa cena de música eletrônica. Na época, ele fazia flyers para as festas dos amigos, e assim desenvolveu as habilidades que hoje viraram profissão. Brayhan viveu intensamente o momento clubber de quase 20 anos atrás. Em seu repertório de causos estão festas que vivem na memória de BH, em locais como o terraço do antigo Central Shopping, um frigorífico desativado, o túnel do Ponteio Lar Shopping, o próprio Ponteio quando ainda em obras, estações de metrô e até mesmo o Aeroporto de Confins.

Em 2002, quando a cena estava bombando e havia várias festas semanais acontecendo, Brayhan e um amigo ficaram encarregados de produzir uma festa no extinto Club:e, com a presença do DJ e produtor alemão Alexander Kowalski. O evento aconteceu numa quinta-feira, e na sexta e no sábado a galera levou o gringo para um sítio para curtir uma natureza e botar um som para os amigos, sem compromisso. Brayhan conta que Kowalski pirou nas cachoeiras e em dar bananas para os micos que viviam no lugar. No sábado, uma tempestade com raios e trovoadas fez o cara dar uma sumida, mas até aí nada de estranho, já que ele era o mais careta da turma.

Um tempo depois, Brayhan recebeu uma mensagem do DJ falando do quanto ele tinha amado Belo Horizonte e o fim de semana que passou na cidade. Kowalski ainda mandou para o Brayhan e os amigos de BH vários mimos do selo Kanzleramt e um disco que levava o nome da cidade — o lado B se chamava “Lightning Field”. O DJ contou para o THUMP que já tinha tocado uns sketches dos sons nos set aos vivo que fez por aqui, mas que só finalizou as tracks quando voltou para a Alemanha — e que Belo Horizonte mereceu a homenagem.

Leia mais em: https://thump.vice.com/pt_br/article/techno-de-rua-belo-horizonteScreen Shot 2017-05-11 at 10.21.47 AM

Every November at the Minas Gerais State Prison Complex in Brazil, the previous year’s Miss Trans Pageant winner awards the crown to the next.

This past year, photographer Marcela Xavier was there to capture the sights and ceremonies surrounding this unique beauty pageant. Xavier, who is currently studying law and journalism, has always been fascinated with the penal system, how modern prisons are built, how security functions in them, and the underground rules that command the lives of inmates.

Upon hearing about the Miss Trans Pageant at the Minas Gerais State Prison from a friend, Xavier knew that her photographs would be able to show the event in a thought-provoking and fascinating perspective.

Mais em: https://www.buzzfeed.com/gabrielsanchez/miss-trans-pageant-offers-unique-rehabilitation-for-inmates
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No final da tarde de quarta-feira, 16 de dezembro, usuários do Brasil inteiro foram tomados de surpresa com a notícia de que o serviço do Whatsapp seria suspenso por 48h em todo o território nacional a partir da madrugada daquele dia. Como se a história não fosse bizarra o suficiente, os canais de notícia também não informaram o motivo do bloqueio. Especulações e teorias conspiratórias surgiram a rodo. Algumas envolviam o monopólio das empresas de telefonia; outras, a crise atual do governo e a apreensão do celular de Eduardo Cunha que rolou na manhã do mesmo dia.

Enquanto o país vivia um momento de histeria por abstinência do serviço – cerca de 93% da população usa o zapzap para curtir seus grupões, vale ressaltar –, o real motivo foi divulgado: a decisão judicial decorreu de um processo que investiga um homem que foi preso pela Polícia Civil de São Paulo em 2013, acusado dos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte), tráfico de drogas e associação criminosa ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Leia mais em: http://motherboard.vice.com/pt_br/read/a-suspenso-do-whatsapp-mostra-que-muito-judicirio-no-manja-disso-de-internetScreen Shot 2017-05-11 at 10.21.59 AM

Depois de mandar prender em março um executivo do Facebook, o juiz Marcel Montalvão da comarca de Lagarto, do Sergipe, agiu novamente e suspendeu o WhatsApp por 72 horas no Brasil. O motivo é o de sempre: a recusa da entrega de dados de usuários à justiça

Você já deve ter notado, cabisbaixo, que pela segunda vez em menos de seis meses o Whatsapp foi alvo de medida judicial que ordenou o seu bloqueio em todo o território brasileiro. A medida passou a valer às 14h desta segunda-feira, 2 de maio, e deve se manter por 72 horas. A decisão foi feita no dia 26 de abril pelo juiz Marcel Montalvão da comarca de Lagarto, do Sergipe. Estima-se que quase 100 milhões de usuários sejam afetados pelo bloqueio, prejudicando, entre outras coisas, o inesgotável fluxo de memes nacionais.

Leia mais em: http://motherboard.vice.com/pt_br/read/bloqueio-whatsapp-brasil-3-dias

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A moda sempre foi sinônimo de inovação, mas acompanhar a velocidade de uma sociedade hiperconectada é um grande desafio

A moda está sempre acompanhada de uma aura de glamour, em que todas as mulheres são magras, as roupas são feitas sob medida e a maquiagem e os cabelos estão sempre impecáveis. Não é à toa que no Brasil as profissões mais desejadas pelas crianças sejam jogador de futebol e modelo – afinal, Neymar e Gisele Bündchen são os nossos mais preciosos produtos de exportação. Mas a moda no Brasil é isso tudo mesmo?

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) diz que o Brasil tem a quinta maior semana de moda do mundo, mas é possível que estejam falando de estrutura e não de relevância. Quando se pesquisa por “São Paulo” ou “SPFW” nos sites da Vogue dos Estados Unidos, da Nova Zelândia e da Alemanha, são pouquíssimos os resultados que remetem, de fato, à maior semana de moda do Brasil. No caso da Vogue Alemanha, as buscas não resultam em nada.

João Paulo Durão, stylist mineiro com formação no Istituto Europeo di Design, em Milão, reafirma essa impressão. “O Brasil é extremamente comercial quando se trata de criação de moda. Existe um medo de inovar baseado na falsa ideia de que se sabe o que o consumidor quer, sem levar em conta o momento digital no qual vivemos, em que tudo é instantâneo”, diz ele. Ainda segundo o stylist, o antigo formato, no qual a moda ditava o consumo, sofreu uma inversão: é o consumidor quem dita o que quer consumir. E a recusa por parte das marcas em aceitar a nova realidade resulta nas baixas de consumo recentes no mercado da moda brasileira.

Leia mais em: http://www.obeltrano.com.br/portfolio/as-dificuldades-de-compreensao-da-moda-brasileira/

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O Noisey precisa te contar como foi o Festival Transborda 2016, que rolou em Belo Horizonte agora em setembro. Não porque a colaboradora do Thump Marcela Xavier fez umas fotos ótimas da festa, nem porque o repórter Lucas Panoni e o colaborador/ex-estagiário Paulo Marcondes ~atacaram de DJ~ em um dos quatro dias de celebração, não, imagina! É só porque o rolê foi muito alto astral e quem não foi perdeu.

Tudo rolou entre três cantos famosos da cidade. A inauguração foi n’A Autêntica, uma das casas mais prestigiadas pelos músicos autorais da cidade. Depois, os eventos alternavam-se entre o Viaduto Santa Teresa, palco da já tradicional batalha de MCs, e o BAIXO Centro Cultural, que revitaliza a área do baixo centro da cidade. Pra melhorar ainda mais, as atrações eram todas na faixa, 0800, de graça, na vasca. Nomes grandes da música independente brasileira como Ventre, Bárbara Sweet, Douglas Din, Inky, Francisco El Hombre, Lucas Santtanae Jonathan Tadeu dividiram o palco com atrações internacionais de peso, como a indie argentina El Mató a um Policia Motorizado e o folk estoniano da TRAD.ATTACK!.

Veja mais fotos em: https://noisey.vice.com/pt_br/article/transborda-festival-belo-horizonte