Memórias de um coração partido

Memórias de um coração partido

Eu estava trabalhando quando alguém colocou um cd que me transportou para um dia ensolarado, em que eu pedalava em uma bicicleta rumo à Santpoort. A sensação era de liberdade e frio na barriga, afinal, não é todo dia que se pega uma bicicleta e pedala 20km pra explorar uma praia nova. Era de borboletas no estômago também, porque quem te indicou o álbum que saiu naquela semana foi ele, aquele por quem você ficava lutando contra o sono só para dar oi pelo chat, que te fazia ir para a cama sorrindo todos os dias, que estava presente em todas as suas melhores memórias.

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Meio melancólico e tal…

Meio melancólico e tal…

 

Ultimamente eu tenho tido sonhos bem estranhos.
Em um deles, eu precisava entrar numa galeria na Damrak e atravessar uma ruazinha pra chegar numa filial da Hema. Estava bem frio e chovia uma garoa fininha.
O céu estava cinza, como de costume, e eu usava as minhas botas impermeáveis com duas meias e uma meia calça por baixo do jeans. Mesmo assim, dava pra sentir o vento frio e úmido gelando as minhas pernas.

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No mundo das maravilhas universitárias

No mundo das maravilhas universitárias

Olha, eu comecei a faculdade como quase todo mundo, 18 anos, logo depois da escola. Tive o meu primeiro contato com o Durkheim, com a ABNT, com o Hans Kelsen e com as calouradas. E as novidades pararam por aí.

Diferente de mim, os outros calouros sempre se mostraram muito deslumbrados com a recém chegada maioridade, cervejas, cigarros, festas, lidar com pessoas que não cresceram no seu bairro e que compartilham dos seus interesses…

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